© Conteúdo protegido por direitos autorais

Elon Musk

Musk trilionário: Jimmy Kimmel lista o que o empresário poderia comprar com US$ 1 trilhão; assista

Apresentador brincou com a fortuna trilionária de Elon Musk depois do IPO da SpaceX e imaginou compras que vão da NFL ao catálogo dos Beatles

Jimmy Kimmel com logomarcas de itens sugeridos para Elon Musk comprar depois que virou trilionário

Apresentador americano abriu seu talk-show sugerindo o que se pode fazer com US$ 1 trilhão (reprodução YouTube)




Elon Musk alcançou um marco inédito após o IPO da SpaceX, realizado na quinta-feira (11), tornando-se o primeiro trilionário do mundo. A oferta avaliou a empresa em US$ 1,77 trilhão, com a venda de 555,6 milhões de ações a US$ 135 cada, e elevou o patrimônio estimado do empresário para mais de US$ 1 trilhão.

Se a notícia movimentou investidores e analistas, também inspirou uma reação bem-humorada na televisão americana. Jimmy Kimmel, um dos principais apresentadores de talk shows dos Estados Unidos e desafeto de Donald Trump, dedicou parte de seu monólogo de abertura à pergunta que talvez esteja tirando o sono do novo trilionário: o que fazer com tanto dinheiro?

Como acontece com muitos ricaços — ou pelo menos com aqueles que conseguem acumular uma fortuna equivalente ao PIB de alguns países — Musk pode estar diante de um dilema inesperado.

Para ajudá-lo nessa tarefa, Kimmel apresentou uma lista de compras capaz de desafiar até a imaginação de um trilionário – retratado por ele como uma das pessoas mais esquisitas do mundo”.

Elon Musk trilionário e a lista de compras de Jimmy Kimmel

Na abertura do programa, Kimmel disse que, com US$ 1 trilhão, Musk poderia comprar todos os times da NFL, todos os 30 times da Major League Baseball, todos os times da NBA, todas as lojas da Wendy’s, todas as lojas da Target, o catálogo musical inteiro dos Beatles, a Nike, a rede de lojas de departamento Macy’s e todos os automóveis Hyundai Elantra já produzidos.

E, ainda assim, sobraria dinheiro. Segundo Kimmel, depois de toda essa maratona de compras, Musk ainda ficaria com US$ 260,05 bilhões.

Em outro momento do monólogo, disse que uma pessoa que começasse a contar em voz alta até um trilhão só terminaria por volta do ano 33.736.

Também comparou US$ 1 trilhão a 10 bilhões de notas de US$ 100, que empilhadas chegariam a quase 700 milhas de altura, o equivalente a 123 montes Everest.

Fortuna de Elon Musk não é dinheiro parado na conta

A ideia de um trilionário pode fazer lembrar do Tio Patinhas, personagem de quadrinhos de Walt Disney que nadava em uma piscina de moedas guardadas dentro de sua caixa-forte.

Mas Musk é trilionário do ponto de vista patrimonial, e não porque tenha US$ 1 trilhão em dinheiro vivo como um Tio Patinhas moderno, ou depositado em uma conta bancária.

A maior parte da fortuna está vinculada às participações que ele mantém em empresas como SpaceX e Tesla.

O valor reflete o preço atribuído pelo mercado a esses ativos, e não dinheiro disponível para ser gasto imediatamente.

Se Musk quisesse transformar uma parte relevante desse patrimônio em dinheiro, teria de vender ações e participações, o que poderia afetar preços, alterar sua posição nas empresas e mudar o próprio cálculo da fortuna.

Quem é Elon Musk, o trilionário imigrante

A trajetória de Musk ajuda a explicar como esse número foi construído. Nascido em Pretória, na África do Sul, ele passou pelo Canadá antes de se mudar para os Estados Unidos, onde se naturalizou cidadão americano em 2002.

Começou a acumular fortuna com empresas como Zip2 e X.com, que depois se tornou parte do PayPal, e ampliou sua posição com Tesla, SpaceX, X, Neuralink e outras apostas de alto risco.

Há também uma ironia biográfica difícil de ignorar. Musk, que nos últimos anos passou a criticar duramente a imigração irregular e a defender posições mais rígidas sobre o tema, é ele mesmo um imigrante.

Sua história pessoal segue uma narrativa frequentemente celebrada nos Estados Unidos: a de alguém que chega de fora, constrói empresas, acumula influência e muda de escala. Agora, essa escala chegou ao trilhão.

Jimmy Kimmel, desafeto de Donald Trump que chegou a ter o programa suspenso após comentários sobre a morte do ativista Charlie Kirk, ironizou a contradição.

“Para alguém que tem comemorado abertamente a expulsão de imigrantes por supostamente roubarem de nós, ele me parece um imigrante que tem roubado de nós”, disse.


error: Este conteúdo é protegido por direitos autorais.